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DENISE ROLLEMBERG

Professora Titular de História Contemporânea no Instituto de História e no Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense (UFF), é doutora em História pela mesma instituição.

 

Realizou estágios de pós-doutorado na Universidade de Paris X, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na Universidade de São Paulo (USP) e na Universidade de Brasília (UnB). É Pesquisadora 2 do CNPq e integra redes internacionais de pesquisa como a REFAT e a Red de investigación Derechas, Historia y Memoria (DHM).

Suas pesquisas concentram-se em História Contemporânea, com ênfase nos exílios políticos durante a ditadura militar brasileira, nos regimes autoritários europeus do século XX  especialmente fascismo e nazismo  e nas políticas de memória, com destaque para museus e memoriais na Europa dedicados à Resistência, ao nazismo e ao comunismo.

Capa do livro "Valquírias: memórias da resistência alemã ao nazismo", de Denise Rollemberg

Livro

Valquírias: memórias da resistência alemã ao nazismo

Denise Rollemberg, 2021

Capa do livro "Resistência: memória da ocupação nazista na França e na Itália", de Denise Rollemberg

Livro

Resistência: memória da ocupação nazista na França e na Itália

Denise Rollemberg, 2016

Capa do livro "Exílio: entre raízes e radares", de Denise Rollemberg

Livro

Exílio: entre raízes e radares

Denise Rollemberg, 1999

Cápsulas do tempo: memórias do Comunismo em museus e memoriais da Alemanha e da Polônia

A pesquisa procura compreender as narrativas presentes, em exposições permanentes de museus do comunismo, surgidos na sequência do fim do comunismo e da desagregação da URSS (1991), na Alemanha e na Polônia. Além de museus autodenominados do comunismo, serão objeto de análise as narrativas de exposições permanentes dedicadas ao assunto, em museus históricos já existentes na década de 1990. Considero, assim, este conjunto de exposições como museus do comunismo. Entre os países do Leste, será estudada a Polônia, seguindo o recorte feito no projeto anterior sobre museus e memoriais da Resistência à ocupação alemã e ao nazismo.Dois eixos moldam estas narrativas de memória: a vida cotidiana e a repressão do regime. A ênfase em um eixo ou em outro varia entre as narrativas dos museus do comunismo. Há um terceiro eixo condutor das narrativas não especificado, formalmente, mas evidente: a comparação com o mundo que, ao longo dos anos de polarização da Guerra Fria, esteve no campo capitalista. Os países viveram a experiência comunista e a digeriram -, segundo seus respectivos passados, nas curta, média e longa durações (BRAUDEL, 1976). Considerar tais temporalidades é essencial para a compreensão das distintas memórias dos anos de comunismo. Tais memórias resultam nas narrativas desses museus, assim como elas (as narrativas) participam na construção delas (das memórias). Como toda construção de memória, o ponto de vista sobre o passado está no presente. Assim, lembrar os anos sob o comunismo, nesses espaços da recordação (ASSMANN, A., 2011), pode se ligar à defesa da democracia ou à sua rejeição. No quadro de ascensão das extremas-direitas na Europa (e não somente nesse continente), os museus e memoriais do comunismo cumprem uma ou outra missão (termo usado nos museus), nas disputas políticas do presente, mirando o futuro desejado. Em andamento Integrantes: Denise Rollemberg Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

Gueto: museus e memoriais da Resistência à ocupação nazista na Polônia na Segunda Guerra Mundial

A pesquisa pretende compreender a construção de memória acerca daResistência na Polônia ocupada pela Alemanha na Segunda Guerra Mundial nas narrativas de museus e memoriais dedicados ao assunto. São objeto de análise o Museu do Levante de Varsóvia, na capital polonesa, e o Museu do Exército da Pátria, em Cracóvia, entre outros (ver projeto). Quanto aos memoriais, serão estudados o Memorial do Levante de 1944 (Varsóvia) e os memoriais da Revolta do Gueto deVarsóvia (1943), tanto o mais conhecido, como os demais localizados em outros pontos da cidade (casamata das lideranças da Revolta; lugar da estação da qual os judeus eram deportados; única ruína do muro do Gueto; demarcação no chão onde outrora existiu o muro etc.). Incluindo a Revolta do Gueto como Resistência, busca-se contribuir com o debate historiográfico acerca da pertinência ou não de conceituá-la como tal. Também tomarei como objeto da pesquisa a própria Cidade Velha, a parte histórica da capital polonesa, considerando-o um "museu a céu aberto". Destruída no massacre ao Levante de 1944, a Cidade Velha foi reconstruída na década de 1950, segundo a arquitetura e a urbanização existentes antes da guerra, tornando-se Patrimônio Mundial Histórico eCultural da UNESCO, em 1966. A análise das narrativas dos museus e memoriais verificará em que medida as desconstruções de versões mitificadoras da Resistência polonesa estão ou não neles integradas. Refiro-me à abordagem de temas-tabu, como o da colaboração, presentes em certa historiografia nas últimas décadas. Conceitualmente, a pesquisa se insere nas discussões sobre a profusão de museus e memoriais relativos às tragédias da Segunda Guerra através do conceito de "lugares de memória" (NORA, 1984, 1992, 1993) e "espaços da recordação" (ASSMANN, 2011).Considerando a centralidade da questão do Estado-nação na Polônia (antes e depois da guerra), bem como as particularidades do país no conflito (dupla e brutal invasão e ocupação; massacre de civis; genocídio judaico; criação de guetos; multiplicação de campos de concentração e extermínio etc.), investiga-se até que ponto o conceito dePierre Nora se atualiza no entendimento dos museus e memoriais no país como meio de afirmação do caráter nacional. Em andamento Integrantes: Denise Rollemberg Financiador(es): Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa.

Violência, cultura e poder na Europa: do Ancièn Regime ao século XX

Acadêmicos entre pesquisadores vinculados ao Instituto de História da UFRJ e ao Instituto de História da UFF. Trata-se, portanto, de uma iniciativa interinstitucional dedicada à reflexão sobre temas relativos aos processos de violência política que marcaram a Europa nos últimos séculos. A equipe é constituída por pesquisadores com expressiva experiência em estudos sobre o Antigo Regime europeu e sobre regimes autoritários e ditaduras no século XX, bem como sobre os processos de conformação do consenso, sociabilidades, fricções e resistências sob tais regimes, além da conformação de uma certa identidade europeia na confluência de memórias sobre a violência. Os pesquisadores que compõem o grupo vêm, pelo menos desde 2017, realizando importantes trabalhos em parcerias acadêmicas, as quais se fortaleceram com a perspectiva da criação de um grupo interinstitucional a partir de 2020. Nesse sentido, a hipótese de que a violência e o poder na Europa da Primeira e Segunda Modernidades estão diretamente ligados à produção cultural não apenas no sentido de representações e manifestações artísticas, mas também na conformação de uma cultura subjacente, ligada à política e à memória, poderá ser colocada à prova e comprovada nas pesquisas individuais de cada membro, conforme descrito no projeto. Para tanto, os arcabouços teórico-metodológicos da História Cultural, da História Social e da História Intelectual servirão de balizas para a condução do trabalho. Em andamento. Alunos envolvidos: Graduação: (4) / Mestrado acadêmico: (4) / Doutorado: (4) . Integrantes: Denise Rollemberg Cruz, Daniel Aarão Reis, Janaína Martins Cordeiro, Silvia Liebel e Vinicius Liebel Financiador(es): CNPQ - Auxílio financeiro.

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