LINHAS DE PESQUISAS

Atualmente, as pesquisas desenvolvidas no âmbito do NEC se organizam em torno de quatro linhas principais:

  • Violência política, social e regimes autoritários no século XX

    1)

    Os pesquisadores desta linha vêm prestando importante contribuição para a difusão dos debates em torno das diversas experiências autoritárias e de violência política e social que marcaram a História do século XX. Nesse sentido, as pesquisas propõem pensar, a partir do ponto de vista teórico, conceitos como os de “violência” e “Estado”, bem como os de “autoritarismo” e “totalitarismo”, “ditaduras”, “resistências”, “terror”, “guerra” e “revolução”, todos de importância fundamental para a compreensão da experiência histórica do último século. Por fim, os trabalhos aqui desenvolvidos buscam considerar a pluralidade das vivências e manifestações sociais em diálogo com tais conceitos.

  • Cultura, intelectuais e modernidade

    2)

    Com as referências da história política renovada e da história cultural, trata-se de avaliar as interações complexas entre intelectuais, cujo conceito é problematizado, e poder político na construção dos processos de modernização econômica, social e política. O debate teórico-metodológico das categorias Estado e Modernidade/Modernização é também empreendido no âmbito desta linha de pesquisa. Igualmente tem-se como objetivo compreender as interações e ressifignificações culturais realizadas por diferentes grupos sociais no interior dos Estados nacionais. As noções de história transnacional e pós-colonialismo tornam-se destacadas reflexões para os estudos destas relações multiculturais que envolvem disputas, conflitos e negociações.

  • Lutas de libertação nacional, descolonizações e pós-colonialidade

    3)

    Visa considerar os movimentos de libertação nacional no período pós-1945 na Ásia e na África. Tem como inspiração teórica os debates pós-coloniais que vislumbram uma superação do binômio colonizado/colonizador. Propõe a reconsideração dos movimentos nacionalistas nativistas à luz da atualização da noção de diferença (Derrida). Nessa perspectiva, as pesquisas se voltam menos para pensar a metrópole como um absolutamente outro, como uma entidade essencialmente separada da colônia, e mais para notar a porosidade das fronteiras, os processos de transculturação, os discursos políticos e as diversas narrativas esquecidas ou subjugadas.

  • História Política e escrita da História

    4)

    Busca compreender as implicações do caráter social da escrita da história, observando as diversas possibilidades de articulação narrativa dos textos, os critérios e pressupostos que sustentam a produção historiográfica. Analisa o sentido da historicidade – experiência do tempo – e, com especial ênfase, a questão do tensionamento do conceito moderno de história, tendo em vista a reflexão sobre o lugar da obra histórica no mundo contemporâneo, qual seja, o debate acerca da responsabilidade, da ética e do testemunho no ofício do historiador.

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