A partir de 2007, a Espanha tem acelerado o processo de remoção de símbolos e monumentos erigidos pelo regime Franquista. Nos últimos 5 anos, tal processo é acentuado por embates e conflitos entre partidos políticos e forças que reivindicam a memória dos perpetradores, militares, católicos, colaboradores da ditadura, e os "derrotados" na Guerra Civil, os socialistas, republicanos, anarquistas, jornalistas e vítimas de crimes contra a humanidade.
O projeto objetiva acompanhar a presença da herança Franquista no patrimônio histórico espanhol, como também o movimento de derrubada dos principais monumentos e símbolos criados pela ditadura de Francisco Franco, instrumentalizados pelas Leis de Memória de 2007 e 2022. Tais leis abordam e moldam a memória da Guerra Civil e da Ditadura no contexto da redemocratização da Espanha e no século XXI.


